7/7/07
LER É PODER

"A leitura é uma forma de felicidade".
JORGE LUIS BORGES (1899-1986), escritor, poeta e ensaísta argentino.

"A leitura é uma forma de felicidade".
JORGE LUIS BORGES (1899-1986), escritor, poeta e ensaísta argentino.
Aos 83 anos, a sul-africana Nadine Gordimer revela interesses típicos de uma senhora de sua idade - em Paraty, onde é uma das principais convidadas da Flip, ela se delicia descobrindo as plantas típicas brasileiras e passeando de charrete. O aspecto frágil, no entanto, encobre uma mulher com muita disposição para a luta. “Creio que o principal dever do homem hoje seja descobrir fontes renováveis de energia, mas aquelas que não sirvam como forma de exploração do homem”, disse ela ontem, ao Estado, momentos antes de dividir a última mesa do dia, ao lado do israelense Amós Oz.
http://www.estado.com.br/editorias/2007/07/07/cad-1.93.2.20070707.70.1.xml
"Advogados de Roberto Carlos disseram que vão me aniquilar", diz autor.
Paulo César Araújo, autor da biografia não-autorizada "Roberto Carlos em Detalhes", afirmou ter ouvido duras frases dos advogados do cantor a partir do lançamento da obra, em dezembro do ano passado.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u309948.shtml

Ex Libris Eroticias de Falves Silva.
Na Idade Média européia, o uso do ex libris é uma tradição antiga e remota. O próprio nome indica que eles devem ter sido primitivamente redigidos em latim e foi assim que se propagaram nas bibliotecas dos mosteiros e chancelarias dos palácios reais; nas escolas monacais e palatinas, sob o abrigo das grandes casas da nobreza e já nas primeiras universidades; depois cada nação e estado os traduziu ou imitou na respectiva língua, conservando todavia a sua designação original.
Muito cedo, já se adotava o processo de gravação em madeira para os ex libris. E sua história acha-se intimamente ligada com a da própria imprensa, datando de meados do século XV os exemplares mais antigos conhecidos desta espécie. O ex libris de Hans Igler, 1470-1480, por exemplo, ou o famoso ex libris alemão de Hieronimus Ebner gravado em madeira por Albert Dürer em 1516.
Artistas afamados como Dürer, Altdorfer e Cranach contribuíram para a sua difusão e o ex libris tornou-se uma forma de arte em miniatura muito freqüente a partir do século XVI.
Na Itália, seguiram o exemplo Michelangelo, Cellini, Leonardo da Vinci e Rafael. Na França, Boucher, Gravelor e Moreau. O ex libris francês mais antigo que se conhece é o de Jean Bertaud de la Tour-Blanche com a data de 1529. Na Inglaterra, o mais antigo é o de Sir Nicholas Bacon que figurava nos livros que doou à Universidade de Cambridge em 1574. Segue depois a Holanda com o ex libris de Ana van der Aa (1597) e, mais tarde, Portugal, onde o gosto pelos ex libris artísticos se introduz no séc. XVII. Os mais antigos ex libris impressos, usados em Portugal, eram carimbos das livrarias conventuais do séc. XVI.
O primeiro ex libris brasileiro, segundo o estudioso ex-librista Manuel Esteves, foi o de Manuel de Abreu Guimarães, rico possuidor de uma biblioteca na antiga cidade de Sabará (Vila Real de Nossa Senhora da Conceição de Sabará do Rio das Velhas), Minas Gerais, no final do século XVIII. Presume-se que o mesmo tenha sido feito pelo padre José Joaquim Viégas de Menezes, pioneiro da arte de gravar em nosso país - responsável pela gravação e impressão de um livro antes da instalação da Impressão Régia no Brasil.
http://www.calendario.cnt.br/EXLIBRIS.htm