18/6/07

Ex libris de Dom Quixote - José Luis Sanches de Vivar.
A expressão “ex libris” (“dos livros de”) é parte de uma estrutura gramatical; seguido por um nome, denota a posse dos livros.
Antes do surgimento das tipografias, os proprietários escreveram seus nomes em seus manuscritos preciosos, que sugerem também um esforço consciente de construir uma coleção.
No primeiro século após a invenção de imprimir, os livros eram ainda caros, assim os proprietários continuaram marcando-os.
Com a expansão das tipografias tornou-se possível ter um dispositivo impresso para mostrar a posse: um selo de papel pequeno colado ao interior da folha de rosto dianteira ou ao verso da página de título. Esta estampa de papel, o bookplate, é o ex libris clássicos que denota que o livro pertence a uma determinada biblioteca.
A Editora Iluminuras está em festa: comemora 20 anos em 2007. O aniversário tem sabor especial para o editor Samuel Leon e sua sócia Beatriz Costa. "Sempre apostamos na coerência do trabalho. Demos certo porque tínhamos um projeto que desde o início ficou claro: publicar literatura de qualidade, numa época em que não havia esse desenvolvimento todo no mercado editorial, com a diversidade que existe hoje. Fomos coerentes desde o início, o que nos garantiu leitores. Apostamos num leitor qualificado, que teria empatia com o nosso trabalho. Foram os leitores que nos sustentaram. Não tivemos mecenas, nem fomos patrocinados por ninguém", conta Leon para a coluna No Prelo, que até o fim do ano fará uma grande festa em São Paulo, sede da editora.
O Globo - 16/6/2007 - por Mànya Millen e Rachel Bertol

Capa do livro "A História do Jazz" lançado pela Editora Civilização Brasileira, em 1957. Capa de Manolo Segallà.
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Escritora de 91 anos voltou a ser internada neste fim de semana no Hospital da Bahia, em Salvador.
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“Aqueles que podem ler, vêem duas vezes melhor”.

MENANDRO (342 a.C-291 a.C), autor de teatro grego.