9/3/07
O poeta e escritor cearense Gerardo Mello Mourão, 90 anos, morreu às 3h45 desta setxa-feira (9/3/2007), na Casa de Saúde São José, Rio de Janeiro. Ele estava internado desde o dia 3 de janeiro e sofreu falência múltipla de órgãos.
Indicado ao Nobel de Literatura em 1979, Gerardo era um dos mais respeitados escritores brasileiros no exterior. Seus livros mais conhecidos são "A invenção do mar", "Valete de espadas", "O bêbado de Deus" e a trilogia "Os Peãs".
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Depois do sucesso da vinda de Tom Wolfe, dois anos atrás, a organização da próxima Bienal do Livro, marcada para setembro no Rio de Janeiro, está em avançadas negociações para trazer ao país o ex-vice-presidente dos EUA Al Gore. A idéia inicial era trazer o escritor Gore Vidal, que alegou problemas de agenda para não vir.
“Radar OnLine”, 9/3/2007 - por Lauro Jardim:
http://vejaonline.abril.uol.com.br/
Em seu primeiro ano de funcionamento, o Museu da Língua Portuguesa já se transformou, entre as 2.016 instituições museológicas do Brasil, naquela que recebe o maior número de visitantes.
"Valor Econômico", 9/3/2007 - por Maria Cristina Fernandes.
www.museudalinguaportuguesa.org.br/
O número de venda de livros on line no Brasil cresceu 6% em 2006 em relação ao ano anterior, segundo pesquisa que a Fipe está fechando por encomenda da Câmara Brasileira do Livro e do Sindicato Nacional dos Editores de Livros.
Os números só serão apresentados pelas entidades em junho. O mercado de livros apresentou crescimento de 4% e faturamento de aproximadamente 2,5 bilhões de reais.
A pesquisa, que está sendo finalizada, já revela algumas curiosidades. Os livros religiosos apresentam queda de 16% na quantidade de obras editadas e de 4% no volume de livros vendidos.
"Radar OnLine", 9/3/2007 - por Lauro Jardim:
http://vejaonline.abril.uol.com.br/
A Edição do Caos, de Fortaleza (CE), estréia, hoje, com três livros, o de crônicas "Fortaleza Voadora", escrito por Pedro Salgueiro; "Eu vou esquecer você em Paris", contos de Carmélia Aragão; e os aforismos de "Fragma", do poeta Cândido Rolim.
"O Povo", 9/3/2007 - por Eleuda de Carvalho:
www.opovo.com.br/opovo/vidaearte/676207.html
Os livros de Jorge Amado podem mudar de editora a partir de 2008. A família do escritor quer aumentar seu público, conquistando a faixa abaixo dos 20 anos, mas a editora Record, que o publica desde o início dos anos 1970, tem outra estratégia e acha melhor intensificar sua divulgação na proximidade do centenário de nascimento do escritor, que ocorrerá em 2012. Uma carta-convite foi enviada à Rocco, Objetiva, Nova Fronteira e Companhia das Letras.
"O Estado de São Paulo", 8/3/2007 - por Beatriz Coelho da Silva.
www.fundacaojorgeamado.com.br